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sexta-feira, 23 de março de 2012

Leituras Relacionadas ao dia 23/03/2012 - CNBB Roxo. 6ª-feira da 4ª Semana Quaresma


1ª Leitura - Sb 2,1a.12-22
Vamos condená-lo à morte vergonhosa.
Leitura do Livro da Sabedoria 2,1a.12-22
1aDizem entre si, os ímpios, em seus falsos raciocínios:12Armemos ciladas ao justo, porque sua presença nos incomoda:ele se opõe ao nosso modo de agir,repreende em nós as transgressões da leie nos reprova as faltas contra a nossa disciplina.13Ele declara possuir o conhecimento de Deuse chama-se "filho de Deus".14Tornou-se uma censura aos nossos pensamentose só o vê-lo nos é insuportável;15sua vida é muito diferente da dos outros,e seus caminhos são imutáveis.16Somos comparados por ele à moeda falsae foge de nossos caminhos como de impurezas;proclama feliz a sorte final dos justose gloria-se de ter a Deus por pai.17Vejamos, pois, se é verdade o que ele diz,e comprovemos o que vai acontecer com ele.18Se, de fato, o justo é "filho de Deus", Deus o defenderáe o livrará das mãos dos seus inimigos.19Vamos pô-lo à prova com ofensas e torturas,para ver a sua serenidadee provar a sua paciência;20vamos condená-lo à morte vergonhosa,porque, de acordo com suas palavras,virá alguém em seu socorro".21Tais são os pensamentos dos ímpios, mas enganam-se;pois a malícia os torna cegos,22não conhecem os segredos de Deus,não esperam recompensa para a santidadee não dão valor ao prêmio reservado às vidas puras.Palavra do Senhor.


Salmo - Sl 33, 17-18. 19-20. 2l.23 (R. 19a)
R. Do coração atribulado está perto o Senhor.

17O Senhor volta a sua face contra os maus, *para da terra apagar sua lembrança.18Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta *e de todas as angústias os liberta.R.
19Do coração atribulado ele está perto *e conforta os de espírito abatido.20Muitos males se abatem sobre os justos, *mas o Senhor de todos eles os liberta.R.
21Mesmo os seus ossos ele os guarda e os protege, *e nenhum deles haverá de se quebrar.23Mas o Senhor liberta a vida dos seus servos, *e castigado não será quem nele espera.R.


Evangelho - Jo 7,1-2.10.25-30
Queriam prendê-lo, mas ainda não tinha chegado a sua hora.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 7,1-2.10.25-30
Naquele tempo: 1Jesus andava percorrendo a Galiléia.Evitava andar pela Judéia, porque os judeus procuravam matá-lo.2Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas.10Quando seus irmãos já tinham subido,então também ele subiu para a festa,não publicamente mas sim, como que às escondidas.25Alguns habitantes de Jerusalém disseram então:"Não é este a quem procuram matar?26Eis que fala em público e nada lhe dizem.Será que, na verdade, as autoridades reconheceramque ele é o Messias?27Mas este, nós sabemos donde é.O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é."28Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo:"Vós me conheceis e sabeis de onde sou;eu não vim por mim mesmo,mas o que me enviou é fidedigno.A esse, não o conheceis,29mas eu o conheço,porque venho da parte dele,e ele foi quem me enviou."30Então, queriam prendê-lo,mas ninguém pôs a mão nele,porque ainda não tinha chegado a sua hora.Palavra da Salvação.


Reflexão - Jo 7, 1-2.10.25-30
A descrença pode ter conseqüências terríveis como nos revela o Evangelho de hoje. As pessoas que acreditaram em Jesus procuraram seguir seus ensinamentos e viver uma nova forma de relacionamento com Deus, de modo que a sua fé gerava a vida em abundância. Os que não aceitavam as palavras de Jesus não só se privavam desta vida como também procuravam tirar a vida de Jesus. Mas o nosso Deus é o Deus da vida. A descrença luta contra a vida e pode até mesmo tirar a vida das pessoas, mas tira apenas a vida biológica, e o sangue que é derramado fertiliza a terra para que nela brote as sementes de vida eterna. O sangue de Jesus foi derramado, assim como o de muitos mártires, e isso faz com que as sementes do Reino cresçam e dêem fruto.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

SIGNIFICADO DA CERIMÔNIA DE CINZAS



A Igreja nos indica, nas orações recitadas por seus ministros, o significado da cerimônia das Cinzas: "Ó Deus, que não quereis a morte do pecador mas a sua conversão, escutai com bondade as nossas preces e dignai-vos abençoar estas cinzas que vamos colocar sobre as nossas cabeças. E assim reconhecendo que somos pó e que ao pó voltaremos, consigamos, pela observância da Quaresma, obter o perdão dos pecados e viver uma vida nova à semelhança do Cristo ressuscitado". É, pois, a penitência que a Igreja nos quer ensinar pela cerimônia deste dia.
Já no Antigo Testamento os homens cobriam se de cinzas para exprimir sua dor e humilhação, como se pode ler no livro de Jó. Nos primeiros séculos da Igreja os penitentes públicos apresentavam-se nesse dia ao bispo ou penitenciário: pediam perdão revestidos de um saco, e como sinal de sua contrição cobriam a cabeça de cinzas. Mas como todos os homens são pecadores, diz santo Agostinho, essa cerimônia estendeu-se a todos os fiéis, para lhes recordar o preceito da penitência. Não havia exceção alguma: pontífices, bispos, sacerdotes, reis, almas inocentes, todos se submetiam a essa humilhante expressão de arrependimento.
Tenhamos os mesmos sentimentos: deploremos as nossas faltas ao recebermos das mãos do ministro de Deus as cinzas bentas pelas orações da Igreja. Quando o sacerdote nos disser "lembra-te que és pó, e ao pó hás de tornar", ou "convertei-vos e crede no Evangelho", enquanto impõe as cinzas, humilhemos o nosso espírito pelo pensamento da morte que, reduzindo-nos ao pó, nos porá sob os pés de todos. Assim dispostos, longe de lisonjearmos o nosso corpo destinado à dissolução, decidir-nos-emos a tratá-lo com dureza, a refrear o nosso paladar, os nossos olhos, os nossos ouvidos, a nossa língua, todos os sentidos; a observar, o mais possível, o jejum e a abstinência que a Igreja nos prescreve.
Meu Deus, inspirai-me verdadeiros sentimentos de humildade, pela consideração do meu nada, ignorância e corrupção. Dai-me o mais vivo arrependimento das minhas iniqüidades, que feriram vossas perfeições infinitas, contristaram vosso coração de pai, crucificaram vosso Filho dileto, e me causaram um mal maior do que a perda da vida do corpo, pois que o pecado mortal é a morte da alma e nos expõe a uma morte eterna.
A Igreja sempre admoestou os fiéis a não nos se contentarem com sinais externos de penitência, mas a lhe beberem o espírito e os sentimentos. Jejuemos, diz ela, como o Senhor deseja, mas acompanhemos o jejum com lágrimas de arrependimento, prosternando-nos diante de Deus e deplorando a nossa ingratidão na amargura dos nossos corações. Mas essa contrição, para ser proveitosa, deve ser acompanhada de confiança. Por isso a Igreja sempre nos lembra que nosso Deus é cheio de bondade e misericórdia, sempre pronto a perdoar-nos, o que é um forte motivo para esperarmos firmemente a remissão das nossas faltas, se delas nos arrependermos. Deus não despreza jamais um coração contrito e humilhado.
A liturgia termina exortando-nos a tomarmos generosas resoluções confiando em Deus: "Pecamos, Senhor, porque nos esquecemos de vós. Voltemo-nos logo para o bem, sem esperar que a morte chegue e que já não haja tempo. Ouvi-nos, Senhor, tende piedade, porque pecamos contra vós. Ajudai-nos, ó Deus salvador, pela glória do vosso nome libertai-nos". O pensamento da morte convida-nos ainda a viver mais santamente, e quão eficaz é essa recordação!
À borda do túmulo e à porta do tribunal supremo, quem ousaria enfrentar o seu Juiz, ofendendo-o e recusando o arrependimento ou vivendo na negligência, tibieza e relaxamento? Colocai-vos em espírito em vosso leito de morte e armai-vos dos sentimentos de compunção que então quereríeis ter. Depositai vossa confiança na misericórdia divina, nos méritos de Jesus e na intercessão da divina Mãe. Prometei ainda ao Senhor: 

- 1º de cortar aos vossos pensamentos, conversas e procedimento tudo o que lhe desagrada; 

- 2º de viver quanto possível na solidão, no silêncio e, sobretudo, no recolhimento interior que favorece em vosso espírito a oração e vos separa de tudo que não é Deus.
Adaptado de Quarta-Feira de Cinzas, em Meditações para todos os dias do ano. Pe. Luís Bronchain CSSR, Petrópolis, Editora Vozes, 1949 (2ª edição em português, pag. 132-134)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA

A celebração desta festa dentro do tempo do Advento, está perfeitamente integrada dentro da Liturgia da Igreja para a qual nos convida toda a Liturgia da Palavra.

Mais do que qualquer outro tempo do Ano Litúrgico, o Advento é tempo de Maria, pois é nele que A vemos em mais íntima relação com o Seu Filho, ao Qual está unida «por vínculo estreito e indissolúvel»(LG,53).

Se o Senhor veio ao meio dos homens, se Ele vem ainda, é por meio de Maria.

N’Ela se cumpre, na verdade, o mistério do Advento.

Embora, na sua origem e no seu princípio, a Solenidade da Imaculada Conceição, que vem do século XI, não nos apareça em ligação com o Advento, contudo ela é uma verdadeira Festa de Advento.

Ela é a aurora que precede, anuncia e traz em si o Dia novo, que está para surgir no Natal.

Como Festa de Advento, a Solenidade da Imaculada Conceição constitui uma bela preparação para o Natal.

Na 1ª Leitura, o Livro do Génesis, depois de apresentar o pecado dos nossos primeiros passos com as suas respetivas consequências, apresenta-nos também a promessa do Redentor a que chamamos o Proto-Evangelho :

- “Farei reinar a inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta esmagar-te-á a cabeça, ao tentares mordê-la no calcanhar”.(Gn.3,15).(1ª Leitura).

«Maria – a Mãe do Redentor – apresenta-Se já profeticamente idealizada na promessa da vitória sobre a serpente, promessa feita aos primeiros pais, caídos em pecado.(LG.55).

Maria torna-se a Nova Eva, a Mãe de todos os redimidos, de todos aqueles que Seu Filho reconduzirá à união com Deus.

Esta maravilha operada por Deus através de Maria é aclamada no Salmo Responsorial :

- “Cantai ao Senhor, um cântico novo, pelas maravilhas que Ele operou”.

Na 2ª Leitura, S. Paulo diz aos Efésios e hoje também a todos nós, que o plano admirável de Deus a respeito dos homens, destruído pela desobediência de Adão E Eva, é restaurado por Cristo.

N’Ele todos os homens são convidados a participarem, pela graça, na filiação natural e divina de Cristo, para se tornarem filhos adoptivos de Deus, baptizados no Sangue Redentor, constituídos num estado de Santidade : «santos e irrepreensíveis».

- “Destinou-nos de antemão a sermos Seus filhos adoptivos mediante Jesus Cristo”.(2ª Leitura).

Primícias desta nova criação é Maria, eleita para Mãe do Filho de Deus, por Ele redimida de modo sublime, figura e Mãe da Igreja.

O Evangelho de S. Lucas apresenta-nos o mistério da Encarnação com a anunciação do Anjo e a aceitação de Maria, sem a qual esse mistério se não podia realizar.

O privilégio da Imaculada Conceição, como, de resto, todos os seus outros privilégios, fundamenta-se na eleição de Maria para Mãe virginal do Salvador e, portanto, Mãe de Deus : eleição livre e amorosa da parte de Deus ; eleição livre e amorosamente aceite por Maria, a Qual, em contraste com Eva, soube dizer a Deus a única palavra, que Ele tem direito de ouvir de todos nós : SIM !.

- «Eis a serva do Senhor, faça-se em Mim, segundo a tua palavra».(Evangelho).

A cena da Anunciação a Maria é a página da cooperação de Maria na obra da salvação.

O Concílio acentuou fortemente, como faziam os antigos Padres da Igreja, que Maria trouxe à obra de Cristo não uma inerte passividade, mas uma operosa atividade.

O seu SIM foi mantido e acentuado em toda a sua vida até ao Calvário, onde oferece Cristo que se oferecia pela nossa salvação.

Maria ensina aos homens de hoje que entrar no mistério de Cristo, querer operar a salvação, é pôr-se ao “serviço”.

Escolhida para Mãe, declara-se “serva”.

A Imaculada Conceição de Maria é um direito de Jesus, «também nisto o mais feliz dos homens, pois pôde cumular a própria Mãe de todo o bem, tanto quanto lhe exigia o amor : o Seu era infinito».

O tema da Imaculada é central no Advento, que se prepara para reviver o Mistério da Redenção em acontecimentos nos quais a graça irrompe superabundantemente.

A Encarnação do Verbo, a exultação do Precursor no seio materno, o “Magnificat”, o “Glória!” dos Anjos, a alegria dos pastores, a luz dos magos, a consolação de Simeão e de Ana, a teofania no Jordão, tudo são acontecimentos que antecipam os sinais dos tempos novos.

A liturgia torna presente no meio da nossa Assembleia a força que preservou a Virgem do pecado.

De facto, celebra na Eucaristia o mesmo Mistério da Redenção, de cujos benefícios Maria foi a primeira a gozar e do qual nós participamos, segundo a nossa fraqueza e as nossas forças.

Maria faz parte do Mistério de Cristo.

Onde havia abundado o pecado, a graça superabundou.

A Imaculada é o “sinal” de que, com a ressurreição de Cristo, o mal já está vencido “de início” se uma criatura pôde ser cheia de graça desde o primeiro instante da sua existência.

Maria Santíssima, subtraída do pecado “original” é tamém a garantia de que, no mundo, o bem é mais forte e mais contagioso do que o mal.

Com ela, a primeira redimida,tem início uma história de graça “contagiosa”.

Finalmente, a sua vida de Imaculada atingiu o fulgor do seu amor por Deus e pelos homens.

Pelo Proto-Evangelho, toda a humanidade ficou assim integrada no plano da História da Salvação.

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Sobre a Imaculada Conceição da Virgem Maria, diz o Catecismo da Igreja Católica :

492. – Esta «brilhante santidade singular», de que foi “enriquecida desde o primeiro instante da sua conceição”,(LG 56), vem-lhe totalmente de Cristo : foi “remida dum modo mais sublime, em atenção aos méritos de seu Filho”(LG 53). Mais que toda e qualquer outra pessoa criada, o Pai a “encheu de toda a espécie de bênçãos espirituais (nos céus) em Cristo”(Ef.1,3). N’Ele a escolheu antes da criação do mundo, para ser na caridade santa e irrepreensível na sua presença.(cf.Ef.1,4).





JOHN NASCIMENTO

sábado, 24 de setembro de 2011

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA MISSA DE 1ª EUCARISTIA

Comunidade Santo Antonio - Mata da Serra
Dia: 02 de Outubro de 2011 ( Domingo próximo)

- OS CATEQUIZANDOS DEVEM ESTAR NA IGREJA ÀS 8:00HORAS.
- Confissões terão inicio às 8:30 horas
- Missa será logo após as confissões ( 9:00 horas)

  • Antes da Missa, os Pais e Familiares, devem lembrar as crianças para que participem com atenção e devoção nas orações da missa, cantos e respondendo as orações.
  • NÃO CHUPAR BALAS OU MASCAR CHICLETES DURANTE A CONFISSÃO E MISSA.
  • AS PESSOAS QUE FOREM FOTOGRAFAR DEVEM TER O DEVIDO RESPEITO QUANTO AO SEU POSICIONAMENTO ( Evitar ficar a frente do Altar , atrapalhando a missa)

PROCISSÃO DE ENTRADA

  • As crianças entrarão duas a duas com as mãos juntas (como anjinhos);
  • Cada banco será ocupado por 07 crianças;
  • As crianças deverão ficar de pé quando chegarem.

COMUNHÃO

  • A comunhão será dada sob duas espécies (corpo e sangue de Jesus), lembrar as crianças que elas devem falar "Amém" e logo após abrir a boca para receber a comunhão. O gesto deve ser feito com lentidão, respeito e dignidade;
  • No momento da comunhão, se organizarem em fila, de modo que cada criança de cada vez se aproxime do padre;
  • Orientar as crianças para que permaneçam em silêncio, rezando após comungarem. Não é preciso ajoelhar-se após a comunhão, podem ficar sentados com a cabeça baixa, rezando.

APÓS A MISSA

  • Lembrar que ,antes do canto final, haverá uma homenagem do catequizando RAFAEL LUIS que tocará a música "Nossa Senhora" de Roberto Carlos;
  • Após o canto final, todas as crianças devem permanecer em seus lugares. A catequista irá chamar cada criança pelo nome no microfone para entregar a lembrança e tirar foto.
  • Logo depois da entrega das lembranças, as crianças subirão ao presbitério para tirar uma foto com a turma, o Padre e a Catequista.

Agradeço a todos e peço que orem a Deus para que tudo corra em mais perfeita Harmonia...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O SINAL DA SANTA CRUZ

O sinal da cruz não é apenas um gesto simbólico. Cada uma das suas três partes tem um significado. Com o dedo polegar inicia-se:
Pelo sinal, da Santa cruz. Esta cruz é feita na testa. O seu significado é livrar a nossa mente dos pensamentos ruins, negativos e desanimadores.

Livra nos Deus, Nosso Senhor. Este sinal é feito em cima de nossa boca. O seu significado é poupar a nossa palavra de magoar, ferir e até mesmo matar quem nos ouve. Sabia que a palavra mata, fere? Assim, nós pedimos, com o sinal da cruz, que saiam de nossa boca só palavras de paz, amor, encorajamento e fé.

Dos nossos inimigos. Este sinal é feito sobre o nosso peito. O seu significado é proteger o nosso corpo, o nosso coração, de todos aqueles que nos quiserem fazer o mal. E que este mal jamais parta de nós mesmos.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém. Façamos o sinal da cruz com a mão direita aberta, toque a testa com a ponta dos dedos, dizendo: “Em nome do Pai …” desça em linha vertical até a altura do estômago: “…e do Filho…” leve a mão ao ombro esquerdo: “…e do Espírito Santo”…, leve a mão ao ombro direito e conclua: ”Amém”. E não precisa dar o “tapinha na boca” nem beijar os dedos. Devemos sempre através de nosso exemplo de Cristãos autênticos buscar corrigir nossos irmãos que ainda não conhecem e ensiná-los o significado importantíssimo do sinal da cruz, usando-o é claro, o bom senso para não ferir nem magoar ninguém. Sinal este que hoje, muitas vezes, passa despercebido seu verdadeiro significado.



sábado, 27 de agosto de 2011

PAI NOSSO DO CATEQUISTA



PAI NOSSO DO CATEQUISTA

PAI - NOSSO QUE ESTAIS NO CEU,
Pai de todos nós, vossos seguidores
Pai presente na missão de todos os catequistas
Pai que estais presente nos catequizandos que formamos
Pai, primeiro catequista da humanidade e mestre de sabedoria.

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;
Santificado seja o vosso nome nas palavras que pronunciamos
Santificado seja o vosso nome no tempo que dedicamos aos catequizandos
Santificado seja o vosso nome pelo catequista que somos.

VENHA NOS O VOSSO REINO,
Reino de paz e humanidade
Reino de fé e Constancia
Reino de forca e coragem
Reino de serviço e doação

SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CEU;
Seja feita a vossa vontade nas palavras que dizemos
Seja feita a vossa vontade em tudo que testemunhamos
Seja feita a vossa vontade no testemunho que damos
Seja feita a vossa vontade no coração de todos.

O PAO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE;
Dai-nos o pão da esperança e segurança
Dai-nos o pão da vossa Palavra, o Evangelho.
Dai-nos o pão para comer, pão que sacia a fome.
Dai-nos o pão da fé e do vosso Amor, a Eucaristia.

PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS , ASSIM COMO NÓS
PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO
;
Perdoai nossa fraqueza na fé
Perdoai nosso desanimo e descompromisso cristão
Perdoai nossa não correspondência ao vosso amor
Perdoem todos os que praticam o mal

E NAO NOS DEIXEI CAIR EM TENTACAO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL
Livrai-nos da tentação, da ambição e do orgulho
Livrai-nos da tentação de não falar em nome da vossa igreja
Livrai-nos da tentação do comodismo
Livrai-nos da tentação de não professar, com atos, a fé que assumimos.

AMEM !

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

SOU PARTE DA FAMÍLIA DE DEUS


Quando rezamos o Credo, professamos ser parte da família de Deus dizendo:
  • No Símbolo dos Apóstolos: " Creio...na Santa Igreja Católica..."
  • E no Símbolo Niceno-Constantinopolitano: "Creio na Igreja, Una, Santa, Católica e Apostólica."
MAS, O QUE SIGNIFICA: UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA?

UNA: tem um só Senhor, confessa uma só fé, nasce de um só Batismo, forma um só Corpo, vivificado por um só Espírito, em vista de uma única esperança, no fim da qual serão superadas todas as divisões.
SANTA: o Deus Santíssimo é seu autor; Cristo, seu Esposo, se entregou por ela para santificá-la; o Espírito de santidade a vivifica. Embora congregue pecadores, ela é imaculada. Nos santos, brilha a santidade da Igreja; em Maria, esta já é toda santa.
CATÓLICA: anuncia a totalidade da fé; traz em si e administra a plenitude dos meios de salvação; é enviada a todos os povos; dirige-se a todos os homens; abarca todos os tempos; ela é, por sua própria natureza, missionária.
APOSTÓLICA: está construída sobre fundamentos duradouros; "os doze Apóstolos do Cordeiro"(Ap. 21,14); ela é indestrutível; é infalivelmente mantida na verdade; Cristo a governa através de Pedro e dos demais apóstolos, presentes nos seus sucessores, o Papa e o colégio de Bispos.

A IGREJA NO MUNDO: DEUS PRESENTE NA HISTÓRIA

(ENCONTRO DA CRISMA - 12/08/2011)
" Para oferecer a todos o mistério da salvação e a vida que vem de Deus, a Igreja deve se inserir em todos esses grupos humanos como Cristo que, por sua encarnação, sujeitou-se às condições culturais e sociais daqueles com quem conviveu." (AG, n.1110)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

OS APÓSTOLOS E DISCÍPULOS


Caminhando ao longo do mar da Galileia, viu dois irmãos, Simão, que é chamado Pedro, e seu irmão André, os quais lançavam ao mar uma rede, pois eram pescadores”.


A palavra Apóstolo, significa Aquele que é enviado.

Na Igreja os doze Apóstolos, foram escolhidos e chamados por Jesus Cristo para serem os portadores da Sua Mensagem para todo o mundo.

E foi Cristo quem primeiro lhes chamouApóstolos :

- “Quando nasceu o dia, convocou os discípulos e escolheu doze entre eles aos quais deu o nome de Apóstolos”. (Lc.6,13).

A palavra hebraica saliah que foi traduzida por Apóstolo, significa aquele que foi encarregado de cumprir uma missão, actuando em nome daquele que o enviou.

Assim, um Apóstolo é aquele que dá testemunho da verdade de Cristo, da Sua Ressurreição e da Sua Ascensão aos Céus.

Antes do Pentecostes os Apóstolos, receberam os ensinamentos, a Mensagem, e depois deram testemunho d’Aquele que os ensinou e enviou.

S. Pedro definiu o Apóstolo como a testemunha da Ressurreição de Cristo.

Quando foi preciso eleger outro Apóstolo para substituir Judas o traidor, Pedro disse :

- “É indispensável portanto que, dentre os homens que nos acompanharam durante todo o tempo que o Senhor Jesus viveu no meio de nós( ... ) um deles se torne, connosco, testemunha da Sua Ressurreição”. (Act.1,21-22).

Portanto, inicialmente foram doze os Apóstolos, assim apontados por S. Lucas no seu Evangelho :

- “Simão Pedro e André, (seu irmão), Tiago maior (filho de Zebedeu), João (irmão de Tiago), Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tiago menor (filho de Alfeu), Judas Tadeu (irmão de Tiago), Tomé, Simão o Zeloso e Judas Iscariotes que foi o traidor”. (Lc. 6,13-15).

E ainda S. Lucas nos Actos dos Apóstolos, acrescentou :

- “Depois tiraram à sorte, e a sorte caiu em Matias que foi incluído entre os onze Apóstolos”. (Act. 1,26).

Também deram este nome de Apóstolo a S. Paulo, em virtude do seu chamamento especial e sobretudo da sua missão Apostólica pelo que lhe mereceu o nome de Apóstolo.

E ainda a S. Barnabé pelo papel importante que teve na expansão da Igreja :

- “Era um homem de Deus, cheio do Espírito Santo e de fé”. (Act. 11,24).

Os Apóstolos receberam os ensinamentos de Cristo, a jurisdição e a autoridade para fundarem a Igreja de Cristo.

Eles foram os primeiros bispos e os seus sucessores, os bispos da Igreja Católica de hoje, recebem deles a sua plena autoridade para ensinarem, directamente deles.

De uma maneira geral também se dá o título de Apóstolos, aos missionários e a todos quantos estão encarregados de alguma missão apostólica. E ainda mais genericamente a todos quantos se empenham na expansão da fé, porque todos fazem apostolado.

O Catecismo da Igreja Católica, diz :

75. - "Cristo Senhor, em quem toda a revelação do Deus altíssimo se consuma, mandou aos Apóstolos que pregassem a todos como fonte de toda a verdade salutar e de toda a disciplina de costumes, o Evangelho, antes prometido pelos profetas e por Ele cumprido e promulgado pessoalmente, comunicando-lhes assim os dons divinos". (DV 7)

863. - Toda a Igreja é apostólica, na medida em que, através dos sucessores de Pedro e dos Apóstolos, permanece em comunhão de fé e de vida com a sua origem. ( ... ) Todos os membros da Igreja, embora de modos diversos, participam desta missão. ( ... ) Chamamos "Apostolado" a "toda e qualquer actividade do Corpo Místico" tendente a "alargar o Reino de Cristo na Terra inteira". (AA 2)

Portanto é Apóstolo, todo aquele que é chamado ao Apostolado, em qualquer actividade do Corpo Místico.

São muitas as referências do Novo Testamento aos primeiros Apóstolos.

Além dos Apóstolos havia ainda outras pessoas associadas para o serviço do Apostolado que se chamavam os Discípulos.

OS DISCÍPULOS

O termo genérico de Discípulo, uma palavra que vem do latim Discipulus e que significa Estudante, refere-se a qualquer estudante de qualquer disciplina ou de qualquer ensino ministrado por um professor.

Portanto um Discípulo está sempre relacionado com um Professor.

No Novo Testamento, quando se fala nos Discípulos é em referência aos 72 que receberam instrução de Cristo e que Ele enviou à Sua frente :

-Depois disto, o Senhor designou outros setenta e dois discípulos e enviou - os dois a dois à Sua frente, a todas as cidades e lugares onde Ele havia de ir”.(Lc.10,1).

Noutro lado afirma categoricamente o Catecismoda Igreja Católica :

1816. - O Discípulo de Cristo, não somente deve guardar a fé e viver dela, como ainda professá-la, dar seguro testemunho dela e apregoá-la,. “Todos devem estar dispostos a confessar a Cristo diante dos homens e a segui-l’O no caminho da cruz, em meio das perseguições que nunca faltam à Igreja”(LG 42)...

2233 . -. - Tornar-se Discípulo de Jesus é aceitar o convite para pertencer à família de Deus, para viver em conformidade com a sua maneira de viver : “Todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, é que é meu irmão e minha irmã e minha mãe”. (Mt.12,49).

2470 . – O discípulo de Cristo aceita "viver na verdade", isto é, na simplicidade duma vida conforme ao exemplo do Senhor, e permanecendo na sua verdade. “Se dizemos que estamos em comunhão com Ele, e andamos nas trevas, mentimos, não praticamos a verdade”.(1 Jo.1,6).

Portanto, o principal trabalho dos Apóstolos e Discípulos era a Evangelização.

créditos: Catequista Bruno Nolasco

quarta-feira, 30 de março de 2011

TEATRO SOBRE A PAIXÃO DE CRISTO (PARA JOVENS)

Toda a história da paixão de cristo é contada.

Começa na última Ceia, passa pelo Monte das Oliveiras, a Crucificação e a Ressurreição.

CENA 1 – Ceia
Música de Abertura
NARRADOR – A história que agora vamos narrar aconteceu a quase dois mil anos atrás. Deus enviou Seu filho para salvar a humanidade do pecado. E Jesus deu sua vida para remissão dos nossos pecados. Por isso hoje, mais do que assistir essa história, é preciso que cada um de nós reflita sobre os ensinamentos e o sacrifício que Jesus fez por nós. Jesus pregou a paz e o amor ao próximo – e ainda assim foi crucificado. Quantas vezes nós com nossos pecados não acrescentamos mais um espinho à sua coroa, mais uma martelada aos cravos que rasgaram sua carne? É preciso seguir sempre os ensinamentos de Jesus e não esquecer que somente através Dele se vai ao Pai. É preciso não esquecer do sacrifício que Jesus fez por nós na cruz. Vamos então refletir sobre a dor de Jesus para que possamos renascer para Ele e junto com Ele na Páscoa.
NARRADOR - Estamos em Jerusalém na época da Páscoa. Jesus sabia que essa seria sua última Páscoa. Por isso reuniu-se com os discípulos para a última Ceia. E disse Jesus:
JESUS – Em verdade vos digo que um de vós, que comigo come, há de me trair.
NARRADOR – Os discípulos de entristeceram e começaram a perguntar, um após o outro:
DISCÍPULOS – Sou eu? Sou eu? Sou eu?
NARRADOR – E Jesus respondeu:
JESUS – Um de vocês me trairá.
(Jesus está atrás da mesa, ao centro, tendo 6 apóstolos de cada lado. Jesus reparte o pão)
NARRADOR – Depois Jesus tomou o pão, o abençoou, o partiu e o deu a seus discípulos dizendo:
JESUS – Tomai e comei todos vós. Isso é o meu corpo que é dado por vós.
(Jesus entrega o pão aos apóstolos, que vão passando para os outros)
NARRADOR – Depois Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças e o deu a seus discípulos dizendo:
(Jesus ergue a taça de vinho)
JESUS – Tomai e bebei todos vós. Esse é o meu sangue, que será derramado para o perdão dos pecados. Façam isso para se lembrarem de mim.
(Sonoplastia de fim de cena)
Cena 2 – Monte das Oliveiras
NARRADOR – Depois disso Jesus foi para um jardim, no Monte das Oliveiras. Lá chegando disse a seus discípulos:
(entram Jesus e os discípulos)
JESUS – Orai para terdes forças contra a tentação.
NARRADOR – Jesus se afastou do grupo. Indo mais para o fundo do jardim se ajoelhou e orou:
JESUS - Pai: se for possível afaste de mim esse cálice de sofrimentos. Porém não seja como eu quero, mas como Tu queres. Seja feita a Tua Vontade.
NARRADOR – Jesus voltou para perto de seus discípulos. Nesse momento chegou Judas Iscariote trazendo guardas armados para prenderem Jesus.
(entram Judas e os guardas)
NARRADOR - Jesus sabia de tudo que ia acontecer com Ele. Então Judas se aproximou de Jesus e foi lhe dar um beijo de saudação.
(Judas se aproxima de Jesus e o beija na face)
JESUS – Judas: é com esse beijo que vens me trair?
NARRADOR – Jesus disse aos guardas:
JESUS – Se é a mim que procurais deixai que estes se retirem.
NARRADOR – E assim se realizou o que Jesus tinha dito: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”. Depois Jesus disse:
JESUS – Vinde armados de espadas para Me prender. Eu estive no meio de vós, dia após dia. Eu falei às claras para o mundo, dentro do templo, onde todos se reúnem. Por que não vos atrevestes a Me prender quando estava no meio de Vós? Mas essa é a vossa hora, é a hora do poder das trevas.
NARRADOR – Os guardas então prenderam Jesus, que foi levado a Pôncio Pilatos, governador romano.
Cena 3 - Julgamento
(No caminho se juntam aos guardas vários Judeus. Pilatos aparece.)
NARRADOR - Os chefes do povo fizeram muitas acusações falsas a Jesus:
JUDEUS: “Ele está revoltando o povo! Ele diz que é o salvador do povo! Ele diz que é rei!”
NARRADOR – Ouvindo isso Pilatos perguntou a Jesus:
PILATOS – Tu és o rei dos Judeus?
JESUS – Estás dizendo isso por ti mesmo ou os outros te disseram isso de mim?
PILATOS – Por acaso sou judeu? O teu povo e o sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizestes?
NARRADOR – Mas Jesus ficou em silêncio, de maneira que Pilatos se admirou. E perguntou novamente:
PILATOS – Tu és o rei dos Judeus?
JESUS – O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui.
PILATOS – Então tu és rei?
JESUS – Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar o testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.
NARRADOR – Pilatos parou por um momento pensando naquelas palavras. Depois perguntou a Jesus:
PILATOS - Verdade? O que é a verdade?
NARRADOR – Mas não esperou resposta. Virou-se e foi falar com os Judeus:
PILATOS – Não encontro nenhuma culpa nesse homem. Mas existe entre vós um costume: que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que eu solte o rei dos judeus?
NARRADOR – Então os judeus começaram a gritar:
JUDEUS – Jesus não! Solte Barrabás! Solte Barrabás!
NARRADOR – Barrabás era um bandido. Mas para atender aos judeus Pilatos soltou Barrabás e mandou flagelar Jesus.
(Pilatos faz um sinal aos guardas, que retiram Jesus de cena. Os judeus permanecem em cena, de lado.)
NARRADOR - Os soldados chicotearam Jesus. Depois fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Zombando de Jesus os soldados diziam: Toma tua coroa, rei dos judeus. A coroa de espinhos feriu a cabeça de Jesus. Puseram-lhe um manto vermelho e troçavam dele: ¨Viva o rei dos Judeus!¨- e davam-lhe bofetadas. Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
(Entra Pilatos. Os judeus de aproximam.)
PILATOS – Olhai: eu o trago aqui fora para que saibais que não encontro nele crime algum.
(Entram 2 guardas e Jesus todo ensanguentado.)
NARRADOR – Quando viram Jesus os judeus começaram a gritar:
JUDEUS – Crucifica-o! Crucifica-o!
PILATOS – Mas não encontro nele crime algum.
JUDEUS – Todo aquele que se diz rei declara-se contra César.
NARRADOR – Pilatos então fez sinal para um dos guardas, que lhe trouxe uma vasilha com água. Lavou as mãos, enxugou-as e disse:
PILATOS – Que recaia sobre vossos ombros o peso dessa morte.
JUDEUS - Crucifica-o! Crucifica-o!
NARRADOR – Pilatos entregou Jesus para ser crucificado e os soldados o vestiram com suas próprias vestes e o levaram.
(Os soldados colocam a cruz no ombro de Jesus.)
Cena 4 - Crucificação
NARRADOR - Os soldados o fizeram carregar a cruz por toda a cidade até o monte Gólgota, onde Jesus seria crucificado.
(Sonoplastia: Jesus caminha com os soldados atrás e o povo, até o local da crucificação. Enquanto Jesus caminha os 2 ladrões entram e ficam em seus lugares.)
NARRADOR – Jesus tropeça e cai pela primeira vez, batendo o joelho esquerdo com força no piso., ferindo-o por causa do peso da cruz.
Os soldados que acompanhavam Jesus o chicotearam para força-lo a se levantar e continuar sua caminhada.
No meio do caminho, coberto de feridas e sangue Ele viu Maria, sua mãe, que chorava ao ver toda maldade que faziam com Ele. Outra vez os soldados o chicotearam.
Jesus voltou a andar. Mas já fraco pela falta de alimentação e pelos maus tratos caiu pela Segunda vez. Verônica se aproxima de Jesus e limpa seu rosto com um pano. Os soldados perceberam que Jesus já estava sucumbindo. Então obrigaram Cirineu a carregar a cruz para ele.
NARRADOR - Jesus sobe o morro do Calvário e lá chegando cai pela terceira vez. As Santas Mulheres, incluindo Maria – sua mãe, observam tudo aquilo cheias de pesar e dor. Jesus agora permanece caído no chão. Cirineu deixa a cruz ao lado de Jesus e se afasta.
Primeiro os soldados crucificaram os dois ladrões. Depois vieram até Jesus, o despiram de suas vestes e o deitaram sobre a cruz. Pregaram primeiro a mão direita com um cravo de ferro e o sangue santo do Senhor jorrou. Depois fizeram o mesmo com a mão esquerda.
Não contentes com tudo isso os soldados ainda fixaram os dois pés de Jesus com um único cravo. O sangue de Jesus escorria e manchava a madeira da cruz.
Depois levantaram a cruz. Maria Madalena se aproxima da cruz, se ajoelha e beija os pés de Jesus.
NARRADOR – Os soldados romanos prendem Jesus à cruz. Jesus é crucificado entre 2 ladrões. E os judeus passavam e diziam:
JUDEU 1 – Tu não és o rei dos judeus? Então salve-se!
JUDEU 2 – Se és filho de Deus desce da cruz!
JUDEU 3 – Salvou os outros e não pode salvar-se.
JUDEU 4 – Se és rei de Israel desce da cruz e nós creremos em ti.
NARRADOR – E também um dos ladrões disse:
MAL LADRÃO – Se tu és Cristo salva-te a ti mesmo e a nós.
NARRADOR – Porém o outro ladrão o repreendeu:
BOM LADRÃO – Tu nem agora temes à Deus, estando na mesma condenação? Nós recebemos o castigo que nossos feitos mereciam; mas esse homem... não fez mal nenhum.
NARRADOR – E olhando para Jesus o bom ladrão falou:
BOM LADRÃO – Senhor, lembre-se de mim quando estiveres no Teu Reino.
JESUS – Eu prometo: hoje mesmo estarás comigo no Paraíso.
NARRADOR – Indiferentes ao sofrimento de Jesus os soldados repartiam suas roupas. Pegaram as vestes de Jesus e as repartiram em 4 partes, uma para cada um deles. No entanto a túnica era inteiriça e eles jogaram a sorte para ver quem ficaria com o Manto Sagrado.
NARRADOR – As dores de Jesus aumentaram dramaticamente. Seu esforço para respirar era enorme. Mesmo sofrendo na cruz Jesus olhou para o céu e perdoou a todos dizendo:
JESUS – Pai: perdoa-lhes. Eles não sabem o que fazem.
NARRADOR – Jesus havia perdoado aquelas pessoas que lhe faziam tanto mal, mesmo agonizando na cruz. Então ele disse:
JESUS – Tenho sede.
NARRADOR – Um dos guardas fixou uma esponja na ponta de sua lança, molhou no vinagre e levou até os lábios de Jesus. Jesus não aceitou. Jesus ainda sofreu por mais algum tempo. E antes de morrer disse:
JESUS – Pai: em Tuas mãos entrego meu espírito.
(Jesus morre na cruz. Sonoplastia.)
NARRADOR – E inclinando a cabeça para frente morreu. Houve trevas por toda a Terra, escurecendo-se o sol. A Terra tremeu, muitos túmulos se abriram dos quais ressuscitaram os corpos dos justos, e o véu do templo rasgou-se ao meio. Ao ver tudo isso um centurião exclamou:
CENTURIÃO – Esse homem era mesmo o filho de Deus!
NARRRADOR – Logo seria Páscoa e Pilatos não queria ver ninguém crucificado na comemoração. Por isso mandou quebrar as pernas dos condenados para acelerar a morte. Chegando ao Gólgota os soldados viram que os dois ladrões ainda estavam vivos. Por isso quebraram-lhes as pernas com uma barra de ferro. Quando chegaram a Jesus viram que ele já estava morto. E assim se cumpria o que estava escrito: “Nenhum osso de seu corpo será quebrado”.
Para Ter certeza da morte de Jesus um centurião enfiou uma lança na altura de Seu coração. E então mais sangue jorrou do corpo de Jesus.
Cena 5 - Ressurreição
NARRADOR – Jesus foi retirado da cruz por José de Arimatéia com a ajuda de alguns discípulos e das Santas Mulheres. Ao ver o corpo do filho profanado e injuriado Maria chorou amargamente.
José de Arimatéia possuía um túmulo novo, encravado na rocha, perto do Calvário. E foi nele que colocaram o corpo de Jesus.
No dia seguinte os sacerdotes judeus foram pedir a Pilatos que colocasse guardas a frente do túmulo de Jesus. Eles temiam que os discípulos tirassem o corpo de Jesus do sepulcro e dissessem que Jesus havia ressuscitado Assim Pilatos enviou três guardas para vigiarem o túmulo.
(entram guardas para vigiar o túmulo).
NARRADOR - Eis que um anjo do Senhor desceu do céu e removeu a pedra do sepulcro causando um grande terremoto.
(Sonoplastia. Entra o anjo e a pedra da entrada rola.)
NARRADOR – Os soldados ficaram muito assustados e caíram ao chão como mortos.
(Os soldados desmaiam.)
NARRADOR - Na manhã do terceiro dia Maria Madalena e Maria foram até o túmulo.
(entram Maria Madalena e Maria)
NARRADOR - E acharam a pedra revolvida do sepulcro. E olhando não acharam o corpo do Senhor Jesus. E eis que um anjo do Senhor se aproximou e disse:
ANJO – Por que buscais o vivente entre os mortos? Ele não está aqui, mas ressuscitou
NARRADOR – As mulheres foram contar aos outros tudo que viram e ouviram.
(saem Maria e Maria Madalena.)
JESUS – (em off) E eis que estarei convosco todos os dias até a consumação do séculos.
(Sonoplastia.)
F I M

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

MANDAMENTOS DA IGREJA

1º - Participar da Missa aos Domingos e outras festas de guarda.
Na maior parte dos países ocidentais católicos, os dias santos de guarda são:
Santa Maria, Mãe de Deus - 1 de janeiro
Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) - data variável entre maio e junho: 1ª quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade
Imaculada Conceição de Maria - 8 de dezembro
Natal - 25 de dezembro
2º - Confessar-se ao menos uma vez por ano.
3º - Receber o sacramento da Eucaristia, pelo menos na Páscoa.
4º - Abster-se de comer carne e observar o jejum nos dias estabelecidos pela Igreja.
Dias de jejum: Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa.
Dias de abstinência de carne: sextas-feiras da Quaresma.
5º - Atender às necessidades materiais da Igreja, cada qual segundo as próprias possibilidades.
NB.: Estes cinco mandamentos da Igreja (não confundir com os Dez Mandamentos da Lei de Deus), na sua forma atual, foram promulgados em 2005 pelo Papa Bento XVI, quando suprimiu o termo "dízimos" do quinto mandamento (pagar dízimos conforme o costume), cujo sentido real era, obviamente, contribuição, não taxação ou imposto.

Créditos: http://imaculadacintra.blogspot.com

OS SACRAMENTOS

Os Sete Sacramentos da Igreja

Os sacramentos são sinais eficazes da graça divina, instituídos por Cristo e confiados à Igreja. Os ritos visíveis sob os quais os sacramentos são celebrados significam e realizam as graças próprias de cada sacramento. Produzem fruto naquele que os recebem com as disposições exigidas.
A Igreja celebra os sacramentos como comunidade sacerdotal estruturada pelo sacerdócio batismal e pelos ministros ordenados.
O Espírito Santo prepara para a recepção dos sacramentos por meio da Palavra de Deus e da fé que acolhe a Palavra nos corações bem dispostos. Então, os sacramentos fortalecem e exprimem a fé.
O fruto da vida sacramental é ao mesmo tempo pessoal e eclesial. Por um lado, este fruto é para cada fiel uma vida para Deus em Cristo Jesus; por outro, é a para a Igreja crescimento na caridade e em sua missão de testemunho.

Sacramentos são gestos de Deus em nossa vida. Realizam aquilo que expressam simbolicamente. Os sacramentos são, por conseguinte:

Sinais sagrados, porque exprimem uma realidade sagrada, espiritual;
Sinais eficazes, porque, além de simbolizarem um certo efeito, produzem-no realmente;
Sinais da graça, porque transmitem dons diversos da graça divina;
Sinais da fé, não somente porque supõem a fé em quem os recebe, mas porque nutrem, robustecem e exprimem a sua fé;
Sinais da Igreja, porque foram confiados à Igreja, são celebrados na Igreja e em nome da Igreja, exprimem a vida da igreja, edificam a Igreja, tornam-se uma profissão de fé na Igreja.


Os Sacramentos da Iniciação Cristã

Pelos sacramentos da iniciação cristã - Batismo, Confirmação e Eucaristia - são lançados os fundamentos de toda vida cristã. A participação na natureza divina, que os homens recebem como dom mediante a graça de Cristo, apresenta certa analogia com a origem, o desenvolvimento e a sustentação da vida natural. O fiéis, de fato, renascidos no Batismo, são fortalecidos pelo sacramento da Confirmação e, depois, nutridos com o alimento da vida eterna na Eucaristia. Assim, por efeito destes sacramentos da iniciação cristã, estão em condições de saborear cada vez mais os tesouros da vida divina e de progredir até alcançar a perfeição da caridade.

Os Sacramentos da Cura

Pelos sacramentos da iniciação cristã, o homem recebe a vida nova de Cristo. Ora, esta vida nós a trazemos "em vasos de argila" (2Cor 4, 7). Agora, ela ainda se encontra "escondida com Cristo em Deus" (Cl 3, 3). Estamos ainda em "nossa morada terrestre" (cf. 2Cor 5, 1), sujeitos ao sofrimento, à doença e à morte. Esta nova vida de filhos de Deus pode se tornar debilitada e até perdida pelo pecado.
O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restitui-lhe a saúde do corpo (cf. Mc 2, 1-12), quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros. É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o Sacramento da Penitência e o Sacramento da Unção dos Enfermos.

Os Sacramentos do Serviço da Comunhão

O Batismo, a Confirmação e a Eucaristia são os sacramentos da iniciação cristã. São a base da vocação comum de todos os discípulos de Cristo, vocação à santidade e à missão de evangelizar o mundo. Conferem as graças necessárias à vida segundo o Espírito nesta vida de peregrinos a caminho da Pátria.
Dois outros, o Sacramento da Ordem e o Sacramento do Matrimônio, estão ordenados à salvação de outrem. Se contribuem também para a salvação pessoal, isso acontece por meio do serviço aos outros. Conferem uma missão particular na Igreja e servem para a edificação do Povo de Deus.
Nesses sacramentos, os que já foram consagrados pelo Batismo e pala Confirmação para o sacerdócio comum de todos os fiéis podem receber consagrações específicas. Os que recebem o sacramento da Ordem são consagrados para ser, em nome de Cristo, pela palavra e pela graça de Deus, os pastores da Igreja. Por sua vez, os esposos cristãos, para cumprir dignamente os deveres de seu estado, são fortalecidos e como que consagrados por um sacramento especial.

Créditos: http://semeandocatequese.blogspot.com