quarta-feira, 14 de março de 2012
A ESTRELA VERDE – 4º DOM. QUARESMA / ano B - Jo 3,14-21
NARRADOR: Após a criação do céu e da terra, um grupo de seres luminosos resolveu se reunir e fazer um pedido para o criador.”
ESTRELA AMARELA: Senhor, como estrelas, queremos pedir a sua permissão para brilharmos na terra.
NARRADOR Surpreso com o pedido, o Criador disse:
CRIADOR Vocês querem ir para a terra? Porém , o lugar de vocês é aqui no céu. Estrelas foram feitas para iluminar e brilhar no céu.
ESTRELA VERDE: Sim, Senhor, nós fomos feitas para brilhar e não queremos outra coisa. Apenas queremos brilhar na terra.
CRIADOR Tudo bem! Vocês têm o meu consentimento.Vão e brilhem lá na terra. Mas não esqueçam: vocês são estrelas e foram criadas para brilharem no céu!
NARRADOR: Após a reunião e o consentimento do Criador, as estrelas desceram e chegaram na terra. Eram estrelas coloridas. Cada uma tinha a sua cor, o seu nome e a sua forma de ser. Porém, algo em comum havia entre elas: todas brilhavam e iluminavam a terra com um brilho jamais visto
Passado algum tempo, as estrelas voltaram para o céu. A terra se escureceu. O Senhor surpreso com a
volta tão rápida das estrelas, perguntou:
CRIADOR: Vocês já voltaram? Não queriam ir para a terra? O que aconteceu?
ESTRELA AMARELA: Senhor, a terra não era o que esperávamos. Eu sou a estrela Alegria e lá na terra o que menos se experimenta é a alegria. Há muita tristeza, decepção. Os homens parecem viver constantemente angustiados e toda alegria que experimentam vem misturada com uma tristeza imensa. Os homens da terra não acreditam na possibilidade de serem felizes.
ESTRELA PRATA: Senhor, sou a estrela Paz e a terra não é o meu lugar. Na terra só há guerras; os homens estão se destruindo, construindo bombas e se armando cada vez mais. Não encontrei lugar em nenhum coração humano.
ESTRELA AZUL: Senhor, sou a estrela JUSTIÇA e a terra não é o meu lugar. As diferenças e as
injustiças sociais são gritantes. Uns tem demais e outros não tem nada. A ganância e o poder tomaram conta do coração humano e as pessoas já não conseguem repartir o que tem. Todos gritam e querem a justiça, mas poucos agem impulsionados por ela.
ESTRELA VERMELHA: Senhor, sou a estrela AMOR. Como foi difícil permanecer na terra durante
este período! Não existe amor entre as pessoas. Umas estão usando as outras para o próprio interesse. As pessoas não acreditam no amor doação e no amor que ultrapassa a aparência e as próprias necessidades. As pessoas não se amam, apenas se aceitam por conveniência e por obrigação. Senhor, não é possível brilhar, onde as pessoas se apagam mutuamente.
NARRADOR Após todos os depoimentos, o Senhor olhou cada estrela com carinho e disse:
CRIADOR: Realmente, a terra é tudo isso! A terra é o lugar de passagem, da prova, da limitação e da miséria humana. Tudo o que eu criei não foi feito definitivamente para a terra, mas sim para o céu. Na terra tudo o que existe deve se purificar e se transformar. Na terra a vida toma sentido, somente quando se consegue viver sem perder de vista o céu. Aqui sim, é o lugar do belo e do puro. Aqui no céu, a alegria, a paz, a justiça e o amor não se ofuscam com nada, pois aqui tudo é perfeito. Aqui não existe limites. O limite é próprio da terra. Vocês foram criadas para o céu. Brilhar na terra é apenas uma experiência necessária para desejarem o céu. Tudo o que é terreno tem o seu encontro definitivo com o céu. Mas, estou sentindo falta de uma estrela. Onde ela ficou?
NARRADOR: Imediatamente, um raio de luz invadiu o céu, vindo da terra, e uma voz se fez ouvir por todos:
ESTRELA VERDE: Senhor, sou eu, a estrela verde. A ESTRELA ESPERANÇA. Realmente a terra é tudo o que as outras já contaram. E é por isso que eu decidi ficar na terra. Em meio a tanta tristeza, guerras, injustiças e ódio, os homens encontram em mim a força necessária para continuarem acreditando no céu. No céu, tudo já é o que os homens, aqui na terra esperam. No céu vocês não precisam de esperança, pois esperar é próprio do ser limitado e imperfeito; daquele que não pode tudo; que não tem tudo e que precisa lutar para obter alguma coisa já na terra. Eu sou do céu, pois sou sua criatura. Mas o céu não precisa de mim. A terra é o meu lugar. Os homens precisam de mim para não se esquecerem do céu. Por isso, Senhor, com a sua permissão, quero ficar na terra e permanecer no coração de suas criaturas.
NARRADOR: Comovido com a Estrela Esperança, o Criador disse:
CRIADOR: Querida Estrela Esperança, permaneça na terra e de agora em diante fica escrito para todas as gerações:
"ONDE QUER QUE BRILHE A ESPERANÇA, NESSE LUGAR O HOMEM FARÁ UM POUCO DA EXPERIÊNCIA DO CÉU."
“Que o seu brilho se faça notar por todos e seja um sinal do céu."
NARRADOR - Imediatamente pode-se ver um raio de luz verde iluminando toda a terra e se irradiando no coração de cada criatura que, curiosamente contemplava o céu...
MENSAGEM: Jesus é como a estrela verde. Veio a terra com uma missão: Nos salvar e trazer esperança. Com seus ensinamentos, e seu testemunho, permanece no coração de muitos..
quinta-feira, 8 de março de 2012
ENCONTRO DE BOAS VINDAS - COMUNIDADE SANTO ANTONIO
Encenação "A caixa especial"
PARABÉNS A TODOS OS CATEQUISTAS PELO SIM VERDADEIRO, NESTA NOSSA MISSÃO DE EVANGELIZADORES.
segunda-feira, 5 de março de 2012
TEATRO - 3º DOMINGO DA QUARESMA - ANO B
AS TRÊS CASINHAS DE DEUS – 3º DOM QUARESMA – Jo 2-13-25
NARRADOR: Cada um de nós é uma bela casa para a morada do Senhor... “bela casa”... Será que somos mesmo?
Então, agora, proponho a vocês imaginarem comigo, e depois entendermos melhor tudo isso. Vejamos.
Existiam três casinhas, assim como as nossas, e todas elas seriam morada de Deus.
(levantar as tábuas da Lei).
Deus colocou algumas regras, as suas leis... pois se Ele seria o morador, era óbvio que deveria colocar as regras para se sentir bem em casa... Assim como a mamãe, na nossa casa, gosta dos móveis em determinado lugar, o chão limpo, tudo sem poeira, e tantas outras leis para que se sinta bem naquela casa.
Bom, então, aquelas três casinhas sabiam de todas as regras que fariam Deus se sentir bem nelas... mas... aconteceu que... vamos ouvir delas mesmas o que aconteceu.
PRIMEIRA CASA: - Bem gente, eu me descuidei das regras... comecei a ficar relaxada, preguiçosa... Esquecia a porta aberta e outros moradores começaram a ocupar aqueles cômodos empoeirados, sujos, cheios de teia de aranha...
(mostrar mini-cartazes com palavras como egoísmo, mentira, ganância, maldade)
Para Deus, eu larguei um pequenininho canto. Vocês acham que o Senhor me abandonou? Não.
Mesmo num pequeno cantinho, (lanterna) Deus continuava a me iluminar, para que um dia eu retornasse a me importar com as Leis e me fizesse agradável a Deus, limpando e tirando dentro de mim os invasores.
NARRADOR: A Segunda casinha, começou a achar que estava muito pequena para Deus e começou a aumentar seus cômodos. Prestem atenção no que ela fez.
SEGUNDA CASA: - Bem, eu fiz mais andares... coloquei vidros de cristal nas janelas... Portas de madeira trabalhada... mobília chique... enfeites... Como eu fique chique! Super chique! Mas tão chique, que por fim, não me lembrava mais em que lugar eu colocaria Deus morando, pois os enfeites e riquezas encheram todo o espaço e Deus mais se sentia bem com tudo isso e se colocou num cantinho, ainda me iluminando, esperando que eu me voltasse novamente para as leis e fizesse um lugar agradável para ele.
NARRADOR: À terceirinha casinha coube então mudar esta situação.
TERCEIRA CASA: - Eu me mantive fiel á lei... Limpava e espanava todos os dias meu chão, minhas paredes, meus cantinhos, com a vassoura do amor e o espanador do perdão... Minha mobília era simples e confortável para acolher o irmão com carinho e atenção... E Deus se sentia à vontade em minha casa... Mas, mesmo assim, eu não podia apenas me sentir bem tendo Deus assim tão bem acolhidio. Para mim era pedido algo mais.... e eu tive que abrir minha portinha e emprestar às casinhas, minhas vizinhas, a minha vassourinha do amor e o espanador do perdão.
NARRADOR: Que alegria, então elas tiveram!
Com todo o entusiasmo, a primeira casinha fez aquela faxina, tirou dela os invasores. Precisou de um caminhão para carregar o entulho.
A Segunda casinha aproveitou o passeio do lixinho, e colocou nele tudo o que era supérfluo e que se acumulava dentro dela...
SEGUNDA CASINHA: - Vou distribuir com quem não tem nada.
NARRADOR: E lá se foi o orgulho, o luxo, o poder, a ganância. E então as três casinhas puderam experimentar a extrema alegria de serem agradáveis a Deus. E Ele se esparramou dentro delas como o maior Amor. Com a maior luz! No maior aconchego!
E é assim que acontece com cada um de nós: pois precisamos, todos os dias, cuidar da casa do nosso coração... como a mamãe cuida da nossa casa... Repetir a limpeza todos os dias... e é aí que entram as leis, as regras de Deus, para servirem como instrumentos nossos nesta limpeza.
domingo, 4 de março de 2012
AMOR DE DEUS.
Dizem que cada
batida do seu
coração, é Deus dizendo que te AMA
Já parou pra pensar quantas
vezes ele te
disse isso hoje?
sexta-feira, 2 de março de 2012
PENSEMOS NISSO !!!
A oração deve sempre estar vinculada com a prática da vontade do Pai. A nossa oração será ouvida e Deus nos concederá o bem que desejamos somente quando formos capazes de realizar o bem para com os nossos irmãos e irmãs. Sendo assim, Deus somente realizará por nós aquilo que nós queremos que ele nos faça quando formos capazes de realizarmos pelos nossos irmãos e irmãs aquilo que eles esperam de nós, pois estaremos com isso cumprindo a vontade de Deus e ele, como recompensa, cumprirá a nossa vontade.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
TEXTO PARA TEATRO: A CAIXA ESPECIAL
Técnica usada: teatro – ( pode usar uma música animada de circo e os personagens entrarem fazendo coisas circenses )
Personagens caracterizados:
· Palhaço
· Mulher barbada
· Bailarina
· Mágico
· Zé Perequeté
· Domador
· Narrador
Era uma vez um palhaço que, por onde ele ia, levava consigo uma caixinha de segredos. Ah como ele amava essa caixinha. Ele só deixava a caixinha quando ia trabalhar.
Ahhhh!!! vocês acham que ele deixava a caixinha sozinha ? Que nada! Ele sempre chamava seu assistente, o Zé Perequeté, para poder tomar dela.
O Zé perequeté tinha uma curiosidade louca para saber o tinha na caixinha, mas logo vinha o palhaço para poder censurá-lo e tirava da mão do bobinho o seu brinquedinho.
O povo lá do circo também vivia de olho na caixinha do palhaço...
A mulher barbada não parava de falar :
____É dinheiro!!!! è dinheiro que esse palhaço esconde ali. Bem que eu estou precisando de uns... Se eu tivesse coragem, eu furtava-lhe a caixa.
A bailarina também estava de olho e falava:
_____Dinheiro que nada! Ele guarda são as jóias de família... Ouro, diamantes, brilhantes, esmeraldas. Já posso até me ver com tudo aquilo, em minhas mãos, pescoço, braços, mas pra isso, eu tenho que furtar a caixa do palhaço
O domador também não deixava por menos e dizia:
____ Tenho uma vontade louca de saber o que tem dentro da caixa. Acho melhor domar esse Zé Perequeté e ver o que tem dentro... masiiiiiiiiiii será q eu tenho coragem ?
O mágico, com aquele jeitão de sabe tudo , mas esconde tudo também , vivia calado, contudo todo mundo percebia que ele ficava de olho é na caixa do palhaço.
_____Quantas mágicas eu não faria pra saber o que tem dentro daquela caixa... Daria muito... Muito mesmo!!!!!!
O palhaço andava meio desconfiado dos colegas pedia a Perequeté que redobrasse os cuidados com a caixa.
______Oia bem a caixa, Zé.. Ai dentro eu guardo a coisa mais preciosa que eu tenho e, quando a gente tem uma coisa preciosa, a gente cuida muito bem dela... A gente guarda-a com carinho.
O Zé era meio bobinho... Ou será que de bobinho ele só tinha cara???
Cada vez mais crescia a curiosidade do pessoal do circo sobre o conteúdo da caixa. E o palhaço alertava mais e mais para que o Zé da caixa tomasse conta...
O palhaço, então , foi realizar seu espetáculo e naquela noite... Tudo parecia calmo... Calmo demais... Muito calmo por sinal.. O Zé estava alerta e vigiava a caixa sem parar .. Foi nesse meio tempo que ...de repente.. Deu uma dor de barriga horrível no Zé perequeté e ele ficou louco, suando frio , então ele saiu em disparada, sem rumo, procurando um matinho , uma moita e esqueceu pelo caminho a caixa do palhaço. Prato feito, não é crianças ??
No meio da confusão, a caixa no chão... Era tudo escuridão surgiu uma sombra que levou a caixa num gesto só .. E ficou com ela... Fugindo sem dó. ( um deles enrolado num pano para que ninguém perceba quem roubou a caixa )
Quando o Zé Perequeté retornou ... um susto ele levou... Cadê a caixa????????????
Ele estava morto agora. Como faria para se explicar???? Queria porque queria que a caixa voltasse, ou quem sabe colocasse outra no lugar??? Tarde demais, lá vem o palhaço, feliz da vida sem nada desconfiar
Quando o palhaço chegou,o Zé Perequeté inventou um desmaio e fingiu de morto .
O palhaço ,então, viu que a caixa havia sido furtada e chamava que chamava o Zé pra contar quem havia roubado a caixa ... Mas ele parece que estava morto , não se mexia , ou apenas está disfarçando para não ser morto pelo palhaço de verdade
Todos do circo vieram ver o q estava acontecendo... Diante do que viram, todos ficaram mudos... Ninguém queria falar... Estavam desconfiados uns dos outros
Mas o palhaço não se calou... Falou bem alto para todos poderem ouvir:
______Companheiros, meu tesouro foi roubado. Tenho guardado por toda minha vida a herança que recebi de meus pais. O tesouro que tem ali.. só pertence a mim .. Eu o guardei porque o amo... porque quem ama algoque lhe foi dado , guarda com carinho e para sempre com ele.Eu preciso da minha caixa pra voltar a ser alegre de novo.( e começa a chorar sem parar)
É, gente... a coisa complicou... O palhaço não mais riu... E, por isso, não mais teve espetáculo , porque quem vai ao circo pra ver palhaço triste ?
A alegria do circo se acabou... O show terminou...
O Zé então quis investigar a questão.Procurou de todos as formas um meio de achar o ladrão. Examinou os passos que saíram da moita em direção da caixa e chegou a conclusão que foi alguém do circo que furtou o tesouro do palhaço, pois os passos saiam do circo e voltavam para o circo de novo ! Mas quem seria?Seria a mulher barbada, com aquela cara de babaca? Seria o mágico, com aquela cara de durão? Ou seria a bailarina pensando em ficar rica? Mas também poderia ser o domador, ele sim seria o mentor. Pensa daqui...pensa dali...
Finalmente, andando de um lado para o outro , ele chegou na pista certo e descobriu!!! Encontrou a caixa bem guardada.
Agora será que ele sabe quem era o verdadeiro ladrão?
Vocês já descobriram crianças? Adivinhem então quem roubou a caixa do palhaço?
(fazer um joguinho com as personagens e as crianças perguntando para as crianças se foi o mágico, ou a bailarina, quem sabe o domador ? e eles dizendo que não... até que a mulher barbada vem à frente e se apresenta)
Mulher barbada ____Fui eu!!!!!!!!
Todos _____O quê???????(todos)
O palhaço, então, perguntou:
____Mas ,porque , mulher barbada? Porque roubou a minha caixa?
Mulher - ______É que eu pensei que tinha muito dinheiro lá... E ...eu precisava do dinheiro pra fazer uma depilação com cera quente... É que eu detesto ser barbuda!!!!!! ( snift- chora gritada )
Todos abraçam a mulher barbada., (Mas o palhaço segura a caixa como ninguém)
Zé _____ Palhaço, dá pra você contar o que tem de tão importante na sua caixa?
Palhaço ____Ora, Zé... Tem um presente que ganhei de meus pais que jamais deixei de carregar comigo, porque aquilo que amamos é o que guardamos para toda a vida. Veja só que tesouro era?
(tira a bíblia)
_____Nesta, eu acredito e nesta eu aprendi a perdoar, por isso, mulher barbada, hoje você está perdoada.. Porque não basta só saber que existe a palavra de Deus.. É preciso vivê-la a cada dia... Guardando e amando seus ensinamentos e também colocando em prática tudo que ela nos ensina.
Vamos agora começar nosso espetáculo de novo.
FONTE: http://catequesesaojoaquim.blogspot.com/2011/05/texto-do-teatro-caixa-especial.html
domingo, 26 de fevereiro de 2012
DINÃMICA DE ACOLHIDA
Dinâmica para Boas Vindas
(Durante a narrativa da historia o grupo deve fazer gestos a cada vez que aparecem as palavras)
PAZ – Um aperto de mãoAMOR – bater palmas três vezesSORRISO – uma gargalhada
Boas vindas – Um abraço em todos os amigos. Incentive a turma a fazer os gestos com rapidez, sem retardar o ritmo da narrativa, procurando pessoas diferentes a cada vez que o gesto se repetir.
Narrativa
Era uma vez uma pessoa chamada Amor. Aquela pessoa chamada Amor sonhava sempre com a paz.
Certo dia, descobriu que a vida só teria sentido quando ele encontrasse a paz.
E foi exatamente naquele dia que o Amor saiu a procura da paz.
Chegou ao local onde ia todos os dias e encontrou os seus amigos com um sorriso nos lábios.
Então, Amor começou a perceber que o sorriso dos amigos comunicava a paz.
E percebeu que a paz existe no intimo de cada pessoa e, para vê-la basta aprender a dar um sorriso.
No mesmo instante, seus amigos perguntaram juntos: Amor, ó Amor! Você sabe onde está a paz?
Ao que ele respondeu: Sim, encontrei a paz.
Ela existe dentro de cada um de nós. Basta sabermos dar um sorriso.
Então, todos os que têm Amor tragam a paz e o sorriso para cá.
E assim, todos ouçam cada um dizer. Bem vindos!
Revista Dialogo- fevereiro/2007
(Durante a narrativa da historia o grupo deve fazer gestos a cada vez que aparecem as palavras)
PAZ – Um aperto de mãoAMOR – bater palmas três vezesSORRISO – uma gargalhada
Boas vindas – Um abraço em todos os amigos. Incentive a turma a fazer os gestos com rapidez, sem retardar o ritmo da narrativa, procurando pessoas diferentes a cada vez que o gesto se repetir.
Narrativa
Era uma vez uma pessoa chamada Amor. Aquela pessoa chamada Amor sonhava sempre com a paz.
Certo dia, descobriu que a vida só teria sentido quando ele encontrasse a paz.
E foi exatamente naquele dia que o Amor saiu a procura da paz.
Chegou ao local onde ia todos os dias e encontrou os seus amigos com um sorriso nos lábios.
Então, Amor começou a perceber que o sorriso dos amigos comunicava a paz.
E percebeu que a paz existe no intimo de cada pessoa e, para vê-la basta aprender a dar um sorriso.
No mesmo instante, seus amigos perguntaram juntos: Amor, ó Amor! Você sabe onde está a paz?
Ao que ele respondeu: Sim, encontrei a paz.
Ela existe dentro de cada um de nós. Basta sabermos dar um sorriso.
Então, todos os que têm Amor tragam a paz e o sorriso para cá.
E assim, todos ouçam cada um dizer. Bem vindos!
Revista Dialogo- fevereiro/2007
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