segunda-feira, 5 de março de 2012

TEATRO - 3º DOMINGO DA QUARESMA - ANO B


AS TRÊS CASINHAS DE DEUS – 3º DOM QUARESMA – Jo 2-13-25


NARRADOR: Cada um de nós é uma bela casa para a morada do Senhor... “bela casa”... Será que somos mesmo? 
Então, agora, proponho a vocês imaginarem comigo, e depois entendermos melhor tudo isso. Vejamos.
Existiam três casinhas, assim como as nossas, e todas elas seriam morada de Deus. 
(levantar as tábuas da Lei).
Deus  colocou algumas regras, as suas leis... pois se Ele seria o morador, era óbvio que deveria colocar as regras para se sentir bem em casa... Assim  como a mamãe, na nossa casa, gosta dos móveis em determinado lugar, o chão limpo, tudo sem poeira, e tantas outras leis para que se sinta bem naquela casa.
Bom, então, aquelas três casinhas sabiam de todas as regras que fariam Deus se sentir bem nelas... mas... aconteceu que... vamos ouvir delas mesmas o que aconteceu.
PRIMEIRA CASA: - Bem gente, eu me descuidei das regras... comecei a ficar relaxada, preguiçosa... Esquecia a porta aberta e outros moradores começaram a ocupar aqueles cômodos empoeirados, sujos, cheios de teia de aranha... 
(mostrar mini-cartazes com palavras como egoísmo, mentira, ganância, maldade)
Para Deus, eu larguei um pequenininho canto. Vocês acham que o Senhor me abandonou? Não.
Mesmo num pequeno cantinho, (lanterna) Deus continuava a me iluminar, para que um dia eu retornasse a me importar com as Leis e me fizesse agradável a Deus, limpando e tirando dentro de mim os invasores.
NARRADOR: A Segunda casinha, começou a achar que estava muito pequena para Deus e começou a aumentar seus cômodos. Prestem atenção no que ela fez.
SEGUNDA CASA: - Bem, eu fiz mais andares... coloquei vidros de cristal  nas janelas... Portas de madeira trabalhada... mobília chique... enfeites... Como eu fique chique! Super chique! Mas tão chique, que por fim, não me lembrava mais em que lugar eu colocaria Deus morando, pois os enfeites e riquezas encheram todo o espaço e Deus mais se sentia bem com tudo isso e se colocou num cantinho, ainda me iluminando, esperando que eu me voltasse novamente para as leis e fizesse um lugar agradável para ele.
NARRADOR: À terceirinha casinha coube então mudar esta situação.
TERCEIRA CASA: - Eu me mantive fiel á lei... Limpava e espanava todos os dias meu chão, minhas paredes, meus cantinhos, com a vassoura do amor e o espanador do perdão... Minha  mobília era simples e confortável para acolher o irmão com carinho e atenção... E Deus se sentia à vontade em minha casa... Mas, mesmo assim, eu não podia apenas me sentir bem tendo Deus assim tão bem acolhidio. Para mim era pedido algo mais.... e eu tive que abrir minha portinha e emprestar às casinhas, minhas vizinhas, a minha vassourinha do amor e o espanador do perdão.
NARRADOR: Que alegria, então elas tiveram!
Com todo o entusiasmo, a primeira casinha fez aquela faxina, tirou dela os invasores. Precisou de um caminhão para carregar o entulho. 
A Segunda casinha aproveitou o passeio do lixinho, e colocou nele tudo o que era supérfluo e que se acumulava dentro dela... 
SEGUNDA CASINHA: - Vou distribuir com quem não tem nada.
NARRADOR: E lá se foi o orgulho, o luxo, o poder, a ganância. E então as três casinhas puderam experimentar a extrema alegria de serem agradáveis a Deus. E Ele se esparramou dentro delas como o maior Amor. Com a maior luz! No maior aconchego!
E é assim que acontece com cada um de nós: pois precisamos, todos os dias, cuidar da casa do nosso coração... como a mamãe cuida da nossa casa... Repetir a limpeza todos os dias... e é aí que entram as leis, as regras de Deus, para servirem como instrumentos nossos nesta limpeza.

domingo, 4 de março de 2012

AMOR DE DEUS.


Dizem que cada 
batida do seu 
coração, é Deus dizendo que te AMA
 Já parou pra pensar quantas

vezes ele te 
disse isso hoje?




Nunca esqueça, DEUS te AMA.

sexta-feira, 2 de março de 2012

PENSEMOS NISSO !!!

A oração deve sempre estar vinculada com a prática da vontade do Pai. A nossa oração será ouvida e Deus nos concederá o bem que desejamos somente quando formos capazes de realizar o bem para com os nossos irmãos e irmãs. Sendo assim, Deus somente realizará por nós aquilo que nós queremos que ele nos faça quando formos capazes de realizarmos pelos nossos irmãos e irmãs aquilo que eles esperam de nós, pois estaremos com isso cumprindo a vontade de Deus e ele, como recompensa, cumprirá a nossa vontade.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

TEXTO PARA TEATRO: A CAIXA ESPECIAL



Técnica usada: teatro – ( pode usar uma música animada de circo e os personagens entrarem fazendo coisas circenses )






Personagens caracterizados:
· Palhaço
· Mulher barbada
· Bailarina
· Mágico
· Zé Perequeté
· Domador
· Narrador




Era uma vez um palhaço que, por onde ele ia, levava consigo uma caixinha de segredos. Ah como ele amava essa caixinha. Ele só deixava a caixinha quando ia trabalhar.


Ahhhh!!! vocês acham que ele deixava a caixinha sozinha ? Que nada! Ele sempre chamava seu assistente, o Zé Perequeté, para poder tomar dela.


O Zé perequeté tinha uma curiosidade louca para saber o tinha na caixinha, mas logo vinha o palhaço para poder censurá-lo e tirava da mão do bobinho o seu brinquedinho.


O povo lá do circo também vivia de olho na caixinha do palhaço...


A mulher barbada não parava de falar :


____É dinheiro!!!! è dinheiro que esse palhaço esconde ali. Bem que eu estou precisando de uns... Se eu tivesse coragem, eu furtava-lhe a caixa.


A bailarina também estava de olho e falava:


_____Dinheiro que nada! Ele guarda são as jóias de família... Ouro, diamantes, brilhantes, esmeraldas. Já posso até me ver com tudo aquilo, em minhas mãos, pescoço, braços, mas pra isso, eu tenho que furtar a caixa do palhaço


O domador também não deixava por menos e dizia:


____ Tenho uma vontade louca de saber o que tem dentro da caixa. Acho melhor domar esse Zé Perequeté e ver o que tem dentro... masiiiiiiiiiii será q eu tenho coragem ?


O mágico, com aquele jeitão de sabe tudo , mas esconde tudo também , vivia calado, contudo todo mundo percebia que ele ficava de olho é na caixa do palhaço.


_____Quantas mágicas eu não faria pra saber o que tem dentro daquela caixa... Daria muito... Muito mesmo!!!!!!


O palhaço andava meio desconfiado dos colegas pedia a Perequeté que redobrasse os cuidados com a caixa.


______Oia bem a caixa, Zé.. Ai dentro eu guardo a coisa mais preciosa que eu tenho e, quando a gente tem uma coisa preciosa, a gente cuida muito bem dela... A gente guarda-a com carinho.


O Zé era meio bobinho... Ou será que de bobinho ele só tinha cara???


Cada vez mais crescia a curiosidade do pessoal do circo sobre o conteúdo da caixa. E o palhaço alertava mais e mais para que o Zé da caixa tomasse conta...


O palhaço, então , foi realizar seu espetáculo e naquela noite... Tudo parecia calmo... Calmo demais... Muito calmo por sinal.. O Zé estava alerta e vigiava a caixa sem parar .. Foi nesse meio tempo que ...de repente.. Deu uma dor de barriga horrível no Zé perequeté e ele ficou louco, suando frio , então ele saiu em disparada, sem rumo, procurando um matinho , uma moita e esqueceu pelo caminho a caixa do palhaço. Prato feito, não é crianças ??


No meio da confusão, a caixa no chão... Era tudo escuridão surgiu uma sombra que levou a caixa num gesto só .. E ficou com ela... Fugindo sem dó. ( um deles enrolado num pano para que ninguém perceba quem roubou a caixa )


Quando o Zé Perequeté retornou ... um susto ele levou... Cadê a caixa????????????


Ele estava morto agora. Como faria para se explicar???? Queria porque queria que a caixa voltasse, ou quem sabe colocasse outra no lugar??? Tarde demais, lá vem o palhaço, feliz da vida sem nada desconfiar


Quando o palhaço chegou,o Zé Perequeté inventou um desmaio e fingiu de morto .


O palhaço ,então, viu que a caixa havia sido furtada e chamava que chamava o Zé pra contar quem havia roubado a caixa ... Mas ele parece que estava morto , não se mexia , ou apenas está disfarçando para não ser morto pelo palhaço de verdade


Todos do circo vieram ver o q estava acontecendo... Diante do que viram, todos ficaram mudos... Ninguém queria falar... Estavam desconfiados uns dos outros


Mas o palhaço não se calou... Falou bem alto para todos poderem ouvir:


______Companheiros, meu tesouro foi roubado. Tenho guardado por toda minha vida a herança que recebi de meus pais. O tesouro que tem ali.. só pertence a mim .. Eu o guardei porque o amo... porque quem ama algoque lhe foi dado , guarda com carinho e para sempre com ele.Eu preciso da minha caixa pra voltar a ser alegre de novo.( e começa a chorar sem parar)


É, gente... a coisa complicou... O palhaço não mais riu... E, por isso, não mais teve espetáculo , porque quem vai ao circo pra ver palhaço triste ?


A alegria do circo se acabou... O show terminou...


O Zé então quis investigar a questão.Procurou de todos as formas um meio de achar o ladrão. Examinou os passos que saíram da moita em direção da caixa e chegou a conclusão que foi alguém do circo que furtou o tesouro do palhaço, pois os passos saiam do circo e voltavam para o circo de novo ! Mas quem seria?Seria a mulher barbada, com aquela cara de babaca? Seria o mágico, com aquela cara de durão? Ou seria a bailarina pensando em ficar rica? Mas também poderia ser o domador, ele sim seria o mentor. Pensa daqui...pensa dali...


Finalmente, andando de um lado para o outro , ele chegou na pista certo e descobriu!!! Encontrou a caixa bem guardada.


Agora será que ele sabe quem era o verdadeiro ladrão?


Vocês já descobriram crianças? Adivinhem então quem roubou a caixa do palhaço?


(fazer um joguinho com as personagens e as crianças perguntando para as crianças se foi o mágico, ou a bailarina, quem sabe o domador ? e eles dizendo que não... até que a mulher barbada vem à frente e se apresenta)


Mulher barbada ____Fui eu!!!!!!!!


Todos _____O quê???????(todos)


O palhaço, então, perguntou:


____Mas ,porque , mulher barbada? Porque roubou a minha caixa?


Mulher - ______É que eu pensei que tinha muito dinheiro lá... E ...eu precisava do dinheiro pra fazer uma depilação com cera quente... É que eu detesto ser barbuda!!!!!! ( snift- chora gritada )


Todos abraçam a mulher barbada., (Mas o palhaço segura a caixa como ninguém)


Zé _____ Palhaço, dá pra você contar o que tem de tão importante na sua caixa?


Palhaço ____Ora, Zé... Tem um presente que ganhei de meus pais que jamais deixei de carregar comigo, porque aquilo que amamos é o que guardamos para toda a vida. Veja só que tesouro era?


(tira a bíblia)


_____Nesta, eu acredito e nesta eu aprendi a perdoar, por isso, mulher barbada, hoje você está perdoada.. Porque não basta só saber que existe a palavra de Deus.. É preciso vivê-la a cada dia... Guardando e amando seus ensinamentos e também colocando em prática tudo que ela nos ensina.


Vamos agora começar nosso espetáculo de novo.


                   FONTE: http://catequesesaojoaquim.blogspot.com/2011/05/texto-do-teatro-caixa-especial.html

domingo, 26 de fevereiro de 2012

DINÃMICA DE ACOLHIDA


Dinâmica para Boas Vindas

(Durante a narrativa da historia o grupo deve fazer gestos a cada vez que aparecem as palavras)

PAZ – Um aperto de mãoAMOR – bater palmas três vezesSORRISO – uma gargalhada


Boas vindas – Um abraço em todos os amigos. Incentive a turma a fazer os gestos com rapidez, sem retardar o ritmo da narrativa, procurando pessoas diferentes a cada vez que o gesto se repetir.


Narrativa
Era uma vez uma pessoa chamada Amor. Aquela pessoa chamada Amor sonhava sempre com a paz.
Certo dia, descobriu que a vida só teria sentido quando ele encontrasse a paz.
E foi exatamente naquele dia que o Amor saiu a procura da paz.
Chegou ao local onde ia todos os dias e encontrou os seus amigos com um sorriso nos lábios.
Então, Amor começou a perceber que o sorriso dos amigos comunicava a paz.
E percebeu que a paz existe no intimo de cada pessoa e, para vê-la basta aprender a dar um sorriso.
No mesmo instante, seus amigos perguntaram juntos: Amor, ó Amor! Você sabe onde está a paz?
Ao que ele respondeu: Sim, encontrei a paz.
Ela existe dentro de cada um de nós. Basta sabermos dar um sorriso.
Então, todos os que têm Amor tragam a paz e o sorriso para cá.
E assim, todos ouçam cada um dizer. Bem vindos!

Revista Dialogo- fevereiro/2007

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

SIGNIFICADO DA CERIMÔNIA DE CINZAS



A Igreja nos indica, nas orações recitadas por seus ministros, o significado da cerimônia das Cinzas: "Ó Deus, que não quereis a morte do pecador mas a sua conversão, escutai com bondade as nossas preces e dignai-vos abençoar estas cinzas que vamos colocar sobre as nossas cabeças. E assim reconhecendo que somos pó e que ao pó voltaremos, consigamos, pela observância da Quaresma, obter o perdão dos pecados e viver uma vida nova à semelhança do Cristo ressuscitado". É, pois, a penitência que a Igreja nos quer ensinar pela cerimônia deste dia.
Já no Antigo Testamento os homens cobriam se de cinzas para exprimir sua dor e humilhação, como se pode ler no livro de Jó. Nos primeiros séculos da Igreja os penitentes públicos apresentavam-se nesse dia ao bispo ou penitenciário: pediam perdão revestidos de um saco, e como sinal de sua contrição cobriam a cabeça de cinzas. Mas como todos os homens são pecadores, diz santo Agostinho, essa cerimônia estendeu-se a todos os fiéis, para lhes recordar o preceito da penitência. Não havia exceção alguma: pontífices, bispos, sacerdotes, reis, almas inocentes, todos se submetiam a essa humilhante expressão de arrependimento.
Tenhamos os mesmos sentimentos: deploremos as nossas faltas ao recebermos das mãos do ministro de Deus as cinzas bentas pelas orações da Igreja. Quando o sacerdote nos disser "lembra-te que és pó, e ao pó hás de tornar", ou "convertei-vos e crede no Evangelho", enquanto impõe as cinzas, humilhemos o nosso espírito pelo pensamento da morte que, reduzindo-nos ao pó, nos porá sob os pés de todos. Assim dispostos, longe de lisonjearmos o nosso corpo destinado à dissolução, decidir-nos-emos a tratá-lo com dureza, a refrear o nosso paladar, os nossos olhos, os nossos ouvidos, a nossa língua, todos os sentidos; a observar, o mais possível, o jejum e a abstinência que a Igreja nos prescreve.
Meu Deus, inspirai-me verdadeiros sentimentos de humildade, pela consideração do meu nada, ignorância e corrupção. Dai-me o mais vivo arrependimento das minhas iniqüidades, que feriram vossas perfeições infinitas, contristaram vosso coração de pai, crucificaram vosso Filho dileto, e me causaram um mal maior do que a perda da vida do corpo, pois que o pecado mortal é a morte da alma e nos expõe a uma morte eterna.
A Igreja sempre admoestou os fiéis a não nos se contentarem com sinais externos de penitência, mas a lhe beberem o espírito e os sentimentos. Jejuemos, diz ela, como o Senhor deseja, mas acompanhemos o jejum com lágrimas de arrependimento, prosternando-nos diante de Deus e deplorando a nossa ingratidão na amargura dos nossos corações. Mas essa contrição, para ser proveitosa, deve ser acompanhada de confiança. Por isso a Igreja sempre nos lembra que nosso Deus é cheio de bondade e misericórdia, sempre pronto a perdoar-nos, o que é um forte motivo para esperarmos firmemente a remissão das nossas faltas, se delas nos arrependermos. Deus não despreza jamais um coração contrito e humilhado.
A liturgia termina exortando-nos a tomarmos generosas resoluções confiando em Deus: "Pecamos, Senhor, porque nos esquecemos de vós. Voltemo-nos logo para o bem, sem esperar que a morte chegue e que já não haja tempo. Ouvi-nos, Senhor, tende piedade, porque pecamos contra vós. Ajudai-nos, ó Deus salvador, pela glória do vosso nome libertai-nos". O pensamento da morte convida-nos ainda a viver mais santamente, e quão eficaz é essa recordação!
À borda do túmulo e à porta do tribunal supremo, quem ousaria enfrentar o seu Juiz, ofendendo-o e recusando o arrependimento ou vivendo na negligência, tibieza e relaxamento? Colocai-vos em espírito em vosso leito de morte e armai-vos dos sentimentos de compunção que então quereríeis ter. Depositai vossa confiança na misericórdia divina, nos méritos de Jesus e na intercessão da divina Mãe. Prometei ainda ao Senhor: 

- 1º de cortar aos vossos pensamentos, conversas e procedimento tudo o que lhe desagrada; 

- 2º de viver quanto possível na solidão, no silêncio e, sobretudo, no recolhimento interior que favorece em vosso espírito a oração e vos separa de tudo que não é Deus.
Adaptado de Quarta-Feira de Cinzas, em Meditações para todos os dias do ano. Pe. Luís Bronchain CSSR, Petrópolis, Editora Vozes, 1949 (2ª edição em português, pag. 132-134)